quem se considera




Quando leio os poemas (as tiradas) de Paulo Leminski é como se eu estivesse lendo poemas de poetas da minha e da geração subsequente tal é a facilidade com que essa poesia se oferece à imitação. Afinal, quem joga com quem? Mas há algo de mórbido ou de fantasmagórico nisso, porque – admitindo que o ar esteja efetivamente viciado – parece que Leminski é que posa como o diluidor deles. Uma originalidade tão pavimentada quanto exausta.

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